Tratado de Nekane

Palácio Sapere

Os plenipotenciários do Reino de Gastón, Irina Sopas, e das Repúblicas Unidas de Portugal e Algarves, Jorge de Bragança e Feitos, e Gonçalo Passos de Bragança e Feitos, assinaram na passada quarta-feira em Nekane, o Tratado de Nekane onde os  MicroEstados signatários reconhecem-se mutuamente como nações Soberanas e Independentes, reconhecendo por tanto os seus povos, seus territórios, suas leis, culturas e tradições, bem como suas autoridades constituídas. Os três representantes assinaram o texto no Palácio Sapere. O acordo é fruto de intensas negociações bilaterais, que aconteceram online durante vários dias.

Entre muitas coisas, Gastón e RUPA comprometeram-se reciprocamente a permitir visto de entrada para turismo por tempo ilimitado ou mesmo acatar pedido de residência sem necessitar realizar processo de naturalização dos interessados e respeitando a micronacionacionalidade originária do requerente; cooperar no setor económico e financeiro, desde que ressalvadas as disposições legais de cada ordenamento jurídico. Também foi firmado o compromisso da intenção de fazer uma efetiva ligação entre os respectivos sistemas econômicos, de forma a que possam ser efetuadas transferências de valores entre os bancos nacionais, assim como regulamentar a participação de empresas privadas em cada um dos sistemas.

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Habemus rex et primus minister

Afonso II (a esquerda) Yaroslav Mar (a esquerda)

Na data de ontem, Irina Sopas, a presidente do Gabinete Real, fez um anuncio no Palácio de Pace que deixou os gastoneses eufóricos.

Sem rodeios a presidente informou ao povo que habemus rex et primus minister “temos rei e o primeiro-ministro” – disse ela, para elucidar o povo que não havia percebido a magnitude da notícia, mas que recebeu com alegria.

Deniz Tezcan, desde de 09 de Março deste mês adotou o nome de Afonso II é o novo soberano do Reino de Gastón. Sua resposta ao convite feito pela presidente chegou ontem por comunicação oficial. Vide a tradução:

“Vossa Excelência Madame Sopas,

Nós, Deniz II, somos honrados com o convite de Vossa Excelência, para nos tornarmos soberano de Estado tão honroso como o Reino de Gastón. E, claro, vamos reconhecer esta honra e aceitando-a. Para o meu trabalho sob governo gastonês nós adotaremos Afonso II como foi solicitado por Vossa Excelência. Nós juramos para os povos do Reino, que vamos sempre observar, apoiar e respeitar o Estatuto para o Reino e Constituição. Juro que vamos defender e preservar, com todo o meu poder, independência e o território do Reino; que nós vamos proteger a liberdade e as pessoas, como um rei bom e verdadeiro deve fazer.

Sob a minha mão no dia 08 de abril, no ano 2013 de nosso Senhor e Salvador.”

Afonso II, Rei de Gastón com certeza é digno do lugar que tem no Reino, essa carta endereçada a presidente do Gabinete Real e ao seu povo mostra a sua vontade de liderar, de buscar o melhor para a micronação que dá um passo rumo a um futuro brilhante.

Porém essa não é a única novidade. Lembre-se, Irina Sopas disse: “habemus rex et primus minister”¸ e talvez você fique confuso pela escolha da nossa presidente, mas acredite ela não poderia ter nomeado ninguém melhor que o irreverente e controvertido Yaroslav Mar para premier de Gastón. Sim, o famoso Mar, o Presidente da República Federal de Lostisland, ex-presidente do Grand Unified Micronational que renunciou como resultado do escândalo de corrupção, o “Berlusconi do Micronacionalismo”.

No seu pronunciamento enviado ao Gabinete Real em inglês, Yaroslav Mar disse:

Como uma grande honra para mim, eu considero o convite para ser o primeiro-ministro do glorioso Reino gastonês, e como previsto pelo artigo 16 da Constituição, eu juro que vou dedicar todos os meus conhecimentos para o desenvolvimento bem sucedido e crescimento do Reino, a glória eterna e prosperidade da nação gastonesa“.

Esperemos que com um trio de sucesso que conta com a presidente do Gabinete Real, Irina Sopas, o Soberano Afonso II e o premier Yaroslav Mar, Gastón se supere no micronacionalismo interna e externamente.

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Gastón convida Deniz Tezcan para seu Soberano

Deniz Tezcan em janeiro de 2012.

Deniz Tezcan em janeiro de 2012.

Na data de hoje, Irina Sopas, presidente do Gabinete Real do Reino de Gastón convidou Sua Majestade Deniz para ser o Rei de Gastón.

Caso este aceite, deverá adotar o nome de Afonso II,  ao representar o Reino de Gastón  honrar a Constituição do Reino, bem como cumprir os itens no artigo 14º da Carta Magna, entre outros.

Sua Alteza Deniz Tezcan, Príncipe de Pavlov, conhecido comumente como Deniz Tezcan é um político, militar, diplomático representante,  e empresário aristocrata Lostislandic. Ele é co-fundador da República Federal de Lostisland juntamente com Yaroslav Mar, sendo o ex- Rei dos Pavlovians, e atual primeiro-ministro de Lostisland. É auto-declarado liberal conservador e defensor do laissez-faire. Sua Majestade Deniz já teve pontos de vista “autoritários” que mais tarde optou por abandonar. É filiado ao Partido da Liberdade e Democracia de Lostisland.

Como o Reino de Gastón precisa de uma pessoa de primeira classe, ativa e conhecedora do micronacionalismo, a presidente do Gabinete Real decidiu convida-lo, para ocupar um papel tão importante nesta micronação, Deniz Tezcan que com seus títulos, prêmios e condecorações, bem como o fato de ser poliglota só terá a acrescentar a micronação de Gastón. Aguardemos assim ansiosos que esta sumidade aceite o convite da nossa presidente e nos dê a honra de ser nosso Soberano.

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Reconhecimento de Santa Cruz

Brasão do Rei de Santa Cruz.

Após ter recebido o contato de Sua Majestade Pedro Affonso Vilhega, soberano de Santa Cruz e constatar que o Reino é uma micronação idônea, organizada, e visto que preenche todos os requisitos estabelecidos no Decreto N. 01 de Outubro de 2012 que regula a Política Diplomática de Gastón (PDG), Irina Sopas, a presidente o Gabinete Real oficializou no dia 20 de Março do corrente ano, por meio do Grupo do Yahoo do Reino de Santa Cruz  o interesse de Gastón em estabelecer Relações Diplomáticas com Santa Cruz, seguindo assim com o reconhecimento diplomático de ambas as micronações, a abertura de embaixadas correspondentes e quem sabe estabelecer um Tratado Diplomático.

O Reconhecimento por parte de Gastón deu-se em 23 de Março numa divulgação em seu Diário Oficial. Em 5 artigos do Decreto GR 2R de 23/03/2013, Gastón reconheceu o Reino de Santa Cruz como micronação soberana e Estado legalmente independente, o seu território, o povo, o sistema de governo, o seu Rei e Soberano S.M. PEDRO I, assim como reconheceu os símbolos nacionais do Reino de Santa Cruz, que incluem a Bandeira do Reino, o Brasão do Rei, o Brasão do Príncipe, Selo Real e Brasão do Cardeal. Na mesma data o Reino de Santa Cruz publicava na sua lista do Yahoo o Reconhecimento do Reino de Gastón. Leia mais aqui.

 

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Gastón festeja a entrada no GUM

GUM.

Reino de Gastón foi aceito na tarde de 10 de Fevereiro como membro pleno do Grand Unified Micronational, comumente abreviado como GUM.

GUM é uma organização intermicronacional com objetivo de ajudar as relações diplomáticas entre micronações, com um foco geral em seus próprios Estados-Membros. Baseado em torno da Comunidade MicroWiki e fundada em janeiro de 2009, o GUM realizou uma influência quase hegemônica sobre a comunidade (especialmente em termos de Robert Lethler como presidente) a partir do verão de 2009, até que caiu no verão de 2010.

Com seus escritórios localizados na internet, seus conselhos são especializados na tomada de decisões sobre questões substantivas e administrativas em reuniões que ocorrem semanalmente. A organização está dividida em instâncias que administram as diferentes áreas da cultura micronacional: o Quórum dos Delegados (o conjunto principal); o Conselho Avançado (para o desenvolvimento cultural e tecnológico das micronações); o Conselho de Segurança (para a paz e a segurança das micronações) e o Supremo Tribunal (principal órgão judicial).

Como membro pleno e efetivo do GUM, o Reino de Gastón pode agora contribuir para discussões e debates, votar em sessões de quórum, e ser eleito para qualquer um dos cargos de liderança ou Conselhos.

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Em 24 horas históricas para Gastón, o Reino assina Tratado com Asturias

Brasão de Armas do Reino de Asturias.

As últimas 24 horas foram históricas para Gastón e para os gastoneses. Após se tornar membro da OMU (Organización de Micronaciones Unidas) no dia passado dia 23, ainda nessa data o Reino de Gastón firmou Tratado com o Estado Social de El Dorado, e menos de 24 horas depois foi a vez do Reino estabelecer Relações Diplomáticas com o Reino de Asturias através de um Tratado Bilateral de Amizade, Colaboração e Reconhecimento (DECRETO GR 5T – de 24 de Outubro de 2012).

No Tratado (em espanhol) assinado pelas micronações ficou estabelecido o reconhecimento mútuo dos Reinos como Estados soberanos e independentes, a legitimidade dos governos, a autoridade das instituições, a autonomia dos povos e a soberania territorial. Destaca-se também o estabelecimento de futuros acordos técnico-científicos, econômicos e culturais, assim como a abertura de uma embaixada gastonesa em Cangas de Onís capital de Asturias, e uma embaixada Asturiana em Nekane que terá como embaixador D. Xulio Andrade Asín.

O Reino de Asturias é uma Monarquia Parlamentarista que se tornou independente em 31 de Outubro de 2009. As suas principais cidades são: Xixón 276.854 habitantes, Avilés 82.487 habitantes, Pola de Siero 50361 habitantes, Langreo 44.973 habitantes e Mieres 43.867 habitantes.

Agência de Notícias do Reino de Asturias – Asturias XXI - anunciou na manhã desta quarta-feira que Asturias e Asturies Ocidental, apresentaram uma proposta conjunta para se juntar ao Conselho de Segurançada OMU (Organización de Micronaciones Unidas) cuja eleição ocorrerá dentro de alguns dias no processo de taxas de renovação, uma vez concluída a sua legislatura bianual.

Ficam aqui desde já os votos de boa sorte de Gastón e dos gastoneses para a concorrência de Asturias ao cargo no Coselho de Segurança da OMU.

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Reino de Gastón é reconhecido pelo Reino da Grã-Bretanha e Irlandas

Bandeira Nacional Oficial do Reino da Grã-Bretanha e Irlandas.

Bandeira Nacional Oficial do Reino da Grã-Bretanha e Irlandas.

No passado dia 18 o Reino de Gastón teve a sua existência reconhecida pelo Reino da Grã-Bretanha e Irlandas. Após um processo de contato rápido entre Irina Sopas, presidente do Gabinete Real do Reino de Gastón, e Ademar I, Chefe da Casa de Tudor, rei do Reino da Grã-Bretanha e Irlandas, os representantes decidiram reconhecer-se mutuamente.

Nos Decretos de ambas micronações foram reconhecidos o Reino de Gastón e o Reino da Grã-Bretanha e Irlandas como Estados soberanos e legalmente independentes, seus territórios, povos, populações micronacionais, sistemas de governo, chefes de estado e símbolos nacionais.

A validade do reconhecimento mútuo é retroativa, incondicional e irrevogável, mesmo se futuramente houver rompimento de relações diplomáticas pelas micronações.

O Reino da Grã-Bretanha e Irlandas existe desde 03 de Maio de 2005. A micronação fora governada pela Casa dos Kook até meados de 2011, quando seus herdeiros, por motivos desconhecidos cederam a micronação como Protetorado para o Reino de Pathros. Em 20 de Janeiro de 2012, o Duque de Lancaster, Ademar Tudor, assumiu a responsabilidade da micronação reativando-a.

Leia aqui a íntegra do Decreto que reconhece o Reino da Grã-Bretanha e Irlandas publicado no Diário Oficial do Reino de Gastón (DORG).

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Castillastán é o primeiro aliado do Reino de Gastón

Brasão de armas de Castillastán.

Castillastán, oficialmente Reino de Castillastán é a primeira micronação a assinar um Tratado Bilateral com o Reino de Gastón elevando assim o nível micronacional de ambas micronações.

No dia 19 de Outubro do mês corrente o Gabinete Real foi contatado por Dan I, Rei de Castillastán. Após troca de mensagens entre os plenipotenciários de ambas micronações, concluiu-se que era de interesse mútuo a abertura de Relações Diplomáticas  entre os dois Reinos. Investidos nisso os representantes elaboraram um Tratado Bilateral de Reconhecimento, Estabelecimento de Relações Diplomáticas, Paz e Econômico que foi assinado no dia passado dia 20.

No corpo do Tratado, as micronações acordaram reconhecer mutuamente os seus povos e as respectivas populações micronacionais, os sistemas de governo, Chefes de Estado, ordenamentos jurídicos vigentes, cultura e costumes, concernentes símbolos nacionais, os títulos de nobiliárquicos usados nas duas micronações  et cetera.

Como duas micronações que repudiam o terrorismo, todas as formas de racismo e qualquer tipo de segregação ou intolerância nacional e ideológica, Castillastán e o Reino de Gastón caminharão assim de mãos dadas na luta contra todos os tipos de discriminação, assunto abordado no corpo do Tratado.

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